Só mais tarde percebi que a confusão, na altura, era tal que foi preciso alguém vir de fora para nos organizar a casa e, já agora, ter a certeza para onde ia o dinheiro. Agora, também, parece-me claro que essa opção era melhor que outra mais fria, do outro lado da cortina e, acredito, que grande parte dos revolucionários também pensa agora assim.
De novo aparece o FMI e, agora com mais alguns anos e mais alguma informação, gosto de saber que esses senhores estão ainda atentos e, em especial, do que têm para nos dizer.
Acredito que com esta "ajuda" o consenso seja mais fácil! Só falta acrescentar uma recomendação: saia de cena quem não é de cena...