Darwin enunciou um dos principios cientificos mais importantes nas nossas vidas. Pelo menos, durante muitos anos, ficámos a perceber como evoluiu a vida no nosso planeta e foram conseguindo aceitar-se ligações de vida acestrais e pontos comuns de evolução. Passámos a perceber, também, quanto mais perto ou mais longe estão os seres vivos entre si e que evoluções tiveram até à forma pelas quais hoje são reconhecidos.
Neste principio foi provado que, por vezes, foram ténues alterações morfológicas ou fisiológicas que permitiram espécies continuar a habitar os seus ecossistemas, alguns cada vez mais complicados pela intervenção humana.
É, o Homem não tem facilitado a sua vida, deles(seres vivos) e dele.
O Homem, diz-se, tem evoluido muito nos ultimos anos e o ultimo século é o melhor exemplo disso mesmo, pela sua rapidez e pela complexidade que gerou à sua volta.
Tornou-se de tal forma complicada a sua vida que surgem alguns seres com comportamentos camaleónicos, que mudam de cor e aparencia à medida das suas necessidades, ou seja, apresentam nuances, algumas bem carregadas, apenas para salvar a sua pele. Aliás, orgão no qual reside o segredo da sua sobrevivência.
Temo que estas alterações se confirmem como a melhor forma de adaptação aos nossos tempos e que, mais tarde ou mais cedo, passe a ser mais importante parecer do que ser.
Assim como a barata se adapatou aos regimes mais agressivos - são conhecidas as referências à sua resistência a um holocausto nuclear - também há quem consiga perseguir o seu caminho negando tudo o que realmente é só para continuar vivo. Só há uma forma para controlar as baratas, tornando-as conhecidas e limpas: constantes doses de insecticida e desbaratizações; caso contrário estaremos condenados a ver o chão com vida, pegajosa e suja, alimentando-se da sua própria degradação.
Só não as podemos deixar prosperar e, a todo o custo, tornar a sua vida cada dia mais dificil.